Oi: Justiça autoriza venda

Oi: Justiça autoriza venda

Oi: Justiça autoriza venda

Oi: Justiça autoriza venda de torres e data centers

Crezo Suerdieck Dourado

Em decisão do juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, está autorizada a venda de data centers e torres de telefonia móvel da operadora Oi, em recuperação judicial.

Viana estipulou o leilão para o dia 26 de novembro deste ano e a abertura das propostas está previsto para às 15h.

“No que tange à realização da audiência para abertura dos envelopes, diante das dificuldades ainda ocasionadas pela pandemia da covid-19, determino que sua realização ocorrerá de forma virtual, por meio de uma das plataformas eletrônicas disponíveis, com envio oportuno do link de acesso aos proponentes que atenderam os termos do edital”, informou o juiz sobre o processo de leilão da Oi.

A Oi deu entrada no processo de recuperação judicial em 2016. Dois anos depois, a tele aprovou um plano de recuperação com a venda de ativos prevista, porém sem a área móvel da operadora.

Já em 2020, a Oi decidiu modificar o plano para incluir a venda da unidade celular e de uma parte da área de infraestrutura óptica. A mudança no acordo está em fase de negociação com os credores da companhia. Para ser aprovada, ela passou por uma votação em assembleia geral e, após isso, foi homologada na Justiça.

A Oi propôs aos credores, durante a Assembleia Geral de Credores do Grupo Oi realizada no mês passado, que o leilão reverso para venda dos ativos da tele seja feito em dois turnos. O objetivo, com isso, é a desalavancagem em curto prazo.

Em sua proposta, a Oi informou que o primeiro turno do leilão será destinado a credores de títulos com maturidade em até 24 meses a partir da data do leilão. Por outro lado, o segundo turno será voltado aos credores com títulos com maturidade após 24 meses do dia do leilão.

O credor que oferecer o menor percentual ante o valor presente líquido dos fluxos de pagamentos futuros será considerado o vencedor do leilão. A Oi também informou que o encerramento da recuperação judicial, no novo aditamento, que foi votado pelos credores, foi alterado para data de 30 de maio de 2022.

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